As mulheres continuam a enfrentar obstáculos específicos no caminho para a independência financeira. Ganham, em média, menos do que os homens ao longo da carreira, investem menos e, mesmo quando têm mais formação académica, essa vantagem nem sempre se traduz em mais património acumulado.
Estudos recentes sobre a zona euro mostram precisamente isso: as mulheres detêm mais depósitos bancários e ativos de baixo risco, mas a maior escolaridade não se reflete integralmente em resultados financeiros equivalentes aos dos homens. No Reino Unido, o fosso de investimento entre géneros já ultrapassa as centenas de milhares de milhões de libras, e os jovens homens investem hoje ao dobro do ritmo das jovens mulheres.
A boa notícia é que este cenário pode ser mudado com decisões concretas. Construir riqueza não depende de sorte, mas de hábitos e estratégias que qualquer mulher pode começar a aplicar hoje, independentemente do ponto de partida. Eis sete passos práticos.



